Colheitadeiras de rotor da Case IH são umas das mais procuradas pelo produtor brasileiro

As classes 5,6 e 7 são usadas em todas as regiões do Brasil e representam mais de dois terços do mercado de colheitadeiras de grãos no país.

De acordo com a previsão divulgada neste mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2015/2016 deve atingir 189,3 milhões de toneladas. Este número mostra o potencial brasileiro na produção mundial de alimentos e por isso, cada vez mais o produtor se preocupa com rendimento e produtividade. Entre os fatores que fazem o Brasil se destacar em algumas culturas está a mecanização agrícola e a tecnologia empregada nas máquinas.

O produtor Darci Martarelo de Formosa (GO) se surprendeu com o rendimento do sistema axial na primeira colheita do ano. Foto: Adriano Machado

O produtor Darci Martarelo de Formosa (GO) se surprendeu com o rendimento do sistema axial na primeira colheita do ano.
Foto: Adriano Machado

Neste ano a estimativa de área plantada de grãos no país aumentou, totalizando 58,1 milhões de hectares, aumento equivalente a 0,5% sobre a safra passada, também de acordo com a Conab. Ou seja, o Brasil cresce em áreas cultivadas, aumenta a produção e, consequentemente, o produtor precisa de máquinas mais fortes, capazes de atender as curtas janelas de plantio e de colheita, com baixo custo de manutenção.

Dentre as tecnologias, o sistema de colheita axial tem se mostrado o mais eficiente para os agricultores brasileiros. Atualmente, mais de 70% das colheitadeiras vendidas no país são de rotor.

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O produtor Darci Martarelo de Formosa (GO) se surprendeu com o rendimento do sistema axial na primeira colheita do ano.Foto: Adriano Machado
Com um território de 340.086 km², o estado de Goiás abriga a cidade de Formosa, onde o produtor Darci Martarelo cultiva soja, milho, alho e cebola em pouco mais de 600 hectares. Junto com a família, ele observa de perto o crescimento e expansão do agronegócio. Para o produtor é fundamental ter, na propriedade, máquinas de alta performance. Martarelo afirma que a tecnologia empregada nas máquinas é instintiva, isto é, de aprendizado intuitivo, sem complexidade. “E tem mais, a tecnologia está aí, acessível, já não se trata do futuro, mas do presente. A gente tem que saber tirar proveito disso para melhorar nossas colheitas”, complementa.

O produtor goiano foi um dos primeiros clientes a receber uma Axial-Flow Série 130, lançamento da Case IH para o ano de 2016, e se surpreendeu com o rendimento da máquina. Foi a Case IH que, em 1977, revolucionou a agricultura mundial com a criação do sistema de separação de grãos de fluxo axial com um único rotor. Esse método passou a entregar grãos com maior qualidade e aumentou a capacidade de colheita.

Esse lançamento representa a evolução do sistema de colheita Axial. A Série 130 é composta de quatro modelos: 4130 (da classe 5), 5130e 6130 (da classe 6) e 7130 (da classe 7). As classes 5,6 e 7 são usadas em todas as regiões do Brasil e representam mais de dois terços do mercado de colheitadeiras de grãos no país.

Fonte: Case IH Brand

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